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Uso de redes sociais por órgãos públicos continua insatisfatório

Uso de redes sociais por órgãos públicos continua insatisfatório
Dois anos, nove meses e 14 dias depois, Dilma Rousseff retornava ao Twitter. Em um bate-papo informal com a Dilma Bolada, a “toda-poderosa da nação”, a presidente também anunciou a chegada ao Facebook e ao Instagram. No entanto, enquanto Dilma faz posts sobre o governo, quase que diariamente — além de falar sobre futebol, de vez em quando —, o mesmo não ocorre com os órgãos que ela comanda ou que são geridos por outros governantes. Pelo terceiro ano consecutivo, o Informática testou o uso das redes sociais por ministérios, Senado, Câmara dos Deputados, secretarias e serviços do DF e, mais uma vez, o retorno foi negativo.

As páginas de relacionamento deveriam ser um meio de comunicação e, principalmente, de interação, com o cidadão, mas, em diversos casos, são apenas um canal de notícias; uma extensão dos sites oficiais. O Informática criou perfis nas duas redes sociais mais usadas pelos brasileiros. A ideia era fazer perguntas simples, como “em qual telefone posso obter informações sobre o Bolsa Família?” ou “até quando vai o prazo do recadastramento biométrico?” e avaliar o tempo de resposta — já que a instantaneidade é essencial nessas plataformas.

Dos 24 ministérios avaliados, 15 não responderam nem pelo Facebook nem pelo Twitter — entre eles, ironicamente, está o Ministério das Comunicações. O tempo de espera pelas contestações variou de oito minutos a três dias. Entre as agências reguladoras, a situação foi pior: apenas três respostas, de um total de 10 entidades. O tempo de espera foi de 18 minutos para a Agência Nacional de Cinema, 22 minutos para a Agência Nacional de Transportes Terrestres e dois dias para a Agência Nacional do Petróleo. Tanto a Câmara quanto o Senado entraram em contato apenas pelo Facebook, com tempos de espera de uma hora e sete minutos e 24 minutos, respectivamente.

(Por Correio Braziliense. A matéria completa está disponível aqui, para assinantes.)

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