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Bial estava certo: use filtro solar


Você deve ter reparado que tirando o Tony Ramos, humanos são basicamente macacos pelados, e temos sido assim antes mesmo de sermos humanos. Nossos ancestrais de mais de um milhão de anos atrás já não tinham pêlos. A hipótese mais provável é que eles deixaram de ser vantajosos quando começamos a andar de forma bípede.

Somos excelentes corredores entre os primatas, mas isso cansa, esquenta e correr com um casacão na savana africana não é muito inteligente. A desvantagem é que isso nos torna vulneráveis a câncer de pele. Então, morremos todos e nos extinguimos, certo?

Errado. Nossa pele era escura naquela época. Tons de pele mais claros evoluíram bem mais tarde, por volta de 70 mil anos atrás, quando nossos ancestrais colonizaram regiões de clima temperado.

Hoje sofremos com câncer de pele e outras doenças, e o velho conselho do Pedro Bial, “use filtro solar” faz todo sentido.

A validade do conceito foi demonstrada de forma dramática por Thomas Leveritt, um artista com razoável conhecimento de ciência. Ele bolou uma instalação onde uma câmera sensível a luz ultravioleta filmava pessoas na rua, mostrando em tempo real como elas apareciam iluminadas naquele comprimento de onda, pela luz do Sol.

O resultado é que gente com pele aparentemente impecável estava cheia de sardas invisíveis, que são essencialmente micro-lesões. Pré-melanomas apareceram, e até umas manchas mais sinistras, mesmo que invisíveis. Gente que se achava perfeitamente “imune” ao Sol, estava sendo castigada pelos raios UV-A, UV-B e UV-C.

Convidadas a passar filtro solar, as pessoas viam a impressionante diferença que uma camada quase invisível de creme fazia.

Ou seja: o que você não vê pode sim te fazer mal.

Assista:



How the sun sees you — Thomas Leveritt


(Por io9 com Meio Bit)

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