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Veja e Globo transformam ceia solidária de Natal em ação criminosa

O jornal O Globo (clique aqui) e a revista Veja (clique aqui) se uniram para transformar um financiamento coletivo de um evento público que arrecadou mantimentos para moradores de rua e vítimas de enchentes em uma suposta festa de financiamento de ações criminosas.

Uma ação beneficente virou, na interpretação da grande mídia, um provável crime.

A investida contra os movimentos populares começou no domingo (9), quando o programa de televisão dominical “Fantástico”, da TV Globo, decidiu acolher denúncias vagas de um advogado contra o deputado Marcelo Freixo (leia aqui). Um dos clientes do advogado Jonas Tadeu Nunes era um dos maiores milicianos do Rio de Janeiro, o ex-deputado preso por chefiar uma quadrilha na zona oeste, Natalino Guimarães (ex-PMDB). Seu irmão, conhecido como Jerominho, era vereador pelo então PFL (atual DEM) e também foi preso. Ambos, juntamente com mais de 220 pessoas, foram indiciados por meio do trabalho da CPI das Milícias, em 2008, chefiada por Freixo.

No mais novo factoide inventado pela mídia, a suposta “ação criminosa” foi pública e ainda pode ser encontrada na página do próprio evento no Facebook (clique aqui e imagem ao lado). O evento foi amplamente registrado pela mídia alternativa.

A “organização criminosa” do evento arrecadou “artefatos” como roupas de cama, roupas de bebê e de criança, fraldas e leite em pó. O que inclusive é confirmado pela suposta “lista” de financiamento divulgada pela imprensa. Nem mesmo os fatos, facilmente verificáveis na Internet, foram suficientes para que a grande mídia criminalizasse o evento beneficente.

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